terça-feira, 4 de setembro de 2007

Receitas-Creme de Baunilha com bolacha




Creme de Baunilha com Bolacha
Ingredientes:
- 6 ovos
- 150 g de açúcar
- 2 dl de natas
- 200 g de bolachas
- 100 g de amêndoas moídas
- 1,5 dl de leite
- 3 gotas de aroma de baunilha

Preparação:
Separe as gemas das claras. Bata as claras em castelo, junte-lhes metade do açúcar e bata mais um pouco. De seguida bata as natas e envolva-as nas claras. Triture as bolachas e junte-lhes a amêndoa. Em taças individuais, distribua alternadamente as bolachas e as natas. Leve ao frigorífico. Junte as gemas com o restante açúcar e adicione o leite mexendo sempre. Junte a baunilha. Leve a lume brando e mexa sempre até engrossar. Retire do lume e deixe arrefecer. Distribua sobre as taças e sirva bem fresco. Decore com amêndoas e polvilhe com bolacha moída.

Anedota


O instrutor de paraquedistas: - Contam todos até dez para abrirem o pára-quedas, OK??? No ar, já todos com o pára-quedas aberto, começa a cair um vertiginosamente. Diz outro: - Olhem, lá vai o gago...

Pensamento do dia




Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: "Amadores construíram a Arca de Noé.

Mitos e lendas-a origem pré-histórica de Lisboa


Alis Ubbo: A fundação fenícia

Situação de Lisboa na margem norte do calmo Mar da Palha à direita. O atlântico fica para a esquerda
Diz a lenda popular e romântica que a cidade de Lisboa foi fundada pelo herói mítico Ulisses. Recentemente foram feitas descobertas arqueológicas perto do Castelo de São Jorge e da Sé de Lisboa que comprovam que a cidade terá sido fundada pelos Fenícios cerca de 1200 a.C.. Nessa época os fenicios viajavam até às Ilhas Scilly e à Cornualha, na Grã-Bretanha, para comprar estanho aos nativos.
O Mar da palha ou estuário do Tejo é o melhor porto natural do percurso e o rio uma importante via para as trocas de alimentos e metais com as tribos do interior, tendo sido, talvez precisamente por isso, fundada a colónia chamada Alis Ubbo, que na língua fenícia significa "porto seguro" ou "enseada amena" (sendo provavelmente afilhada da grande cidade de Tiro, actualmente no Líbano). A colónia estendia-se desde a colina onde hoje se situam o Castelo e a , até ao rio, que chamavam Daghi ou Taghi (que significa "boa pescaria" em fenício).
Com o desenvolvimento de Cartago, também ela uma colónia fenícia, o controlo de Alis Ubbo passou para essa cidade. Durante séculos, fenícios e cartagineses terão desenvolvido a cidade a partir do que foi um simples entreposto comercial para o comércio nos mares do Norte, para um importante mercado onde eram trocados os seus produtos manufacturados pelos metais, peixe salgado e sal da região e das tribos contactadas pela via fluvial do Tejo. Os cavalos, antepassados dos actuais cavalos lusitanos, já eram então famosos no Mediterrâneo pela sua velocidade, tendo Plínio afirmado que as éguas do Tejo deveriam ser fecundadas pelo vento.
Os primeiros Judeus chegaram sem dúvida com os Fenícios, seus vizinhos. O Hebreu é praticamente idêntico ao Fenício e era raro o barco fenício que não levava mercadores ou sócios da Judeia.
Com a chegada dos Celtas, estes misturaram-se com os Iberos locais, dando origem às tribos de língua Celta da região, os Conni e os Cempsi.

Os antigos Gregos tiveram provavelmente na foz do Tejo um posto de comércio durante algum tempo, mas os seus conflitos com os Cartagineses por todo o Mediterrâneo levaram sem dúvida ao seu abandono devido ao maior poderio de Cartago na região nessa época.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Video da semana-Royal Hunt


http://www.youtube.com/watch?v=c4-e6VydZ7E

O que é o Ramadan?


O Ramadão, Ramadã ou Ramadan (em árabe رَمَضَان) é o nono mês do calendário islâmico. É o mês durante o qual os muçulmanos praticam o seu jejum ritual (saum, صَوْم), o quarto dos cinco pilares do Islão (arkan al-Islam).

A palavra Ramadão encontra-se relacionada com a palavra árabe ramida, “ser ardente”, possivelmente pelo facto do Islão ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano. Uma vez que o calendário islâmico é lunar, o Ramadão não é celebrado todos os anos na mesma data, podendo passar por todas as estações do ano.

É mês sagrado, período de renovação da fé, da prática mais intensa da caridade, e vivência profunda da fraternidade e dos valores da vida familiar. Neste período pede-se ao crente maior proximidade dos valores sagrados, leitura mais assídua do Alcorão, freqüência à mesquita, correção pessoal e autodomínio.

O jejum é observado durante todo o mês, do alvorecer ao pôr-do-sol. O jejum aplica-se também ao fumo e às relações sexuais. O crente deve não só abster-se destas coisas, mas também não pensar nelas.

Durante o Ramadão, é comum a freqüência mais assídua à mesquita. Além das cinco orações diárias (salat), durante este mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh (oração noturna).

É o único mês mencionado pelo nome no Alcorão:
"O mês do Ramadão foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e discernimento." (Alcorão Sagrado 2:185)

Obrigatoriedade

O jejum é obrigatório a todos os muçulmanos que chegam à puberdade. A primeira vez em que um jovem é autorizado a jejuar pelos pais constitui um momento importante na sua vida e uma marca simbólica de entrada na vida adulta.

Há várias justificativas válidas para não jejuar: gravidez, menstruação, enfermidade, trabalho braçal extenuante e estar em viagem. Os dias de jejum não praticado devem ser cumpridos em outra ocasião, antes do próximo Ramadão.


Refeições


Su-Hoor

Antes da alvorada, há uma pequena refeição (su-hoor) que substitui o café da manhã (pequeno-almoço) habitual.
Iftar no Khan El Kkalili, Cairo, após o pôr-do-Sol

Iftar

Ao término de cada dia, o jejum é finalizado com uma oração e uma refeição especial tomada em comum, chamada iftar (árabe: إفطار). É momento para reunirem-se os membros da família e os seus amigos numa celebração de fé e de alegria. Após esta refeição, é prática social sair com a família para visitar amigos e familiares.

Atualmente, com a ampliação do diálogo interreligioso, algumas pessoas de outras religiões são convidadas a partilhar este momento de convívio e é cada vez mais freqüente que cristãos ofereçam e celebrem um iftar para os seus amigos muçulmanos.


Feriados

Dois dos mais importantes feriados religiosos são celebrados neste mês sagrado: Laylat al Kadr e ‘Id al Fitr.


Laylat al Kadr

Laylat al Kadr ("noite do destino"; "noite do poder"; "noite da determinação"; "noite do decreto divino") é celebrado na noite do dia 26 para o 27 do Ramadão, data em que se comemora a noite em que Profeta Muhammad recebeu a primeira revelação do Alcorão. Muitos muçulmanos passam esta noite a rezar, acreditando que os pedidos feitos durante estas horas serão atendidos por Deus.



‘Id al Fitr - Eid ul-Fitr (Árabe: عيد الفطر) - ("o banquete do término do jejum"), no encerramento do mês do Ramadão, no primeiro dia do mês de Shawwal, é um feriado celebrado durante três dias. Banquetes são servidos, presentes são trocados, roupas novas são vestidas. Amigos e familiares rezam em congregação e fazem banquetes. Em muitas cidades islâmicas grandes festividades são realizadas para celebrar o ‘Id al Fitr. Os turcos chamam esta festa de Sheker Bairam (festa do açúcar). Está prescrito nesta festa a prática da Zakat al fitr, doação de esmolas da quebra do jejum.

Em sua aparência exterior esta celebração islâmica assemelha-se ao Natal cristão.


Texto do Alcorão Sagrado

2 - Al Bacara (A Vaca)

183.Ó fiéis, está-vos prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temais a Deus.
184.Jejuareis determinados dias; porém, quem de vós não cumprir jejum, por achar-se enfermo ou em viagem, jejuará, depois, o mesmo número de dias. Mas quem, só à custa de muito sacrifício, consegue cumpri-lo, vier a quebrá-lo, redimir-se-á, alimentando um necessitado; porém, quem se empenhar em fazer além do que for obrigatório, será melhor. Mas, se jejuardes, será preferível para vós, se quereis sabê-lo.
185.O mês do Ramadão foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e vidência de orientação e Discernimento. Por conseguinte, quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar; porém, quem se achar enfermo ou em viagem jejuará, depois, o mesmo número de dias. Deus vos deseja a comodidade e não a dificuldade, mas cumpri o número (de dias), e glorificai a Deus por ter-vos orientado, a fim de que (Lhe) agradeçais.


10 coisas para fazer neste Ramadao

Assalamu Aleikum,irmãos


Aqui estao dez coisas que nos muculmanos devemos fazer neste Ramadao que vem:

1. Comer e beber em moderacao
Quase nos todos comemos sem parar por vezes a volta da hora de Iftar. Isto e o contrario do espirito de Ramadao, temos que aprender a controlar-nos. Vamos tentar respeitar a regra Profetica de comer: um terco de comida no estomago, um terco de agua, e um terco de ar.

2. De um euro em caridade, ou dois, ou cinco...
O Profeta Muhammad, Paz esteja com Ele, era sempre generoso, especialmente no Ramadao, abram os vossos coracoes e de a quem precisa, e a intencao que conta.

3. Memorize 4 novos Surah do Qur'an Sharif
Decorar parece dificil, mas o segredo e faze-lo em pequenas partes. Ha quatro semanas no Ramadao, entao decore um Surah em cada semana. Comece com pequenos, e continue aumentado o tamanho.

4. Va a Tarabi
Depois de Iftar, a maioria de nos dorme depois do cansativo jejum. Tente ir a Tarabi e junte-se aos nossos irmaos muculmanos e encontre bencaos fantasticas. Se nao poder ir todos os dias, va pelo menos uma vez por semana

5. Va ao Tarabi no dia que o Imam acabe de recitar o Qur'an Sharif
Nao va so nessa grande noite para ouvir o Imam recitar o Qur'an, mas participe tambem nos Duahs e cerimonias que vem depois do Tarabi

6. Pare com asneiras e nao magoe a ninguem
E dificil parar de dizer asneiras, palavroes e ate magoar pessoas, entao faca assim:
Cada vez que fizer um acto destes, meta dinheiro numa caixa, assim desta maneira ira ter mais cuidado.

7. Fale com a sua familia
Nos todos temos internet ou telefones. Nesta ocasiao especial contacte a sua familia ou amigos e fale sobre o Ramadao, sobre Islam, ou so ate para cumprimentar

8.Faca uma dieta da tecnologia
Leia menos emails e navega menos na internet sem motivo, e concida esse tempo a Allah Subhannatalla, reze.

9. Recite 5 minutos do Qur'an
Para entrar no espirito de Ramadao, recite apenas 5 minutos do Qur'an, dessa maneira ira entrar em harmonia com Allah e a Sua Revelacao.

10. Perdoe as pessoas que o magoaram
Dez dias Allah vai perdoar as pessoas, porque e que nos nao perdoamos a pessoas tambem? E bom para a alma e para o mundo, faca um esforco e ignore os maus pensamentos.

Incha Allah será no próximo dia 13 de Setembro de 2007
Que Allah nos abençoe!!!

Mitos e lendas-Lenda de Pedro Sem

Lenda de Pedro Sem

A torre medieval que se encontra diante do antigo Palácio de Cristal, no Porto, é ainda hoje conhecida por Torre de Pedro Sem. A história diz que essa torre pertencia a Pêro do Sem, doutor de leis, jurisconsulto e chanceler-mor de D. Afonso VI, no século XIV. Mas a lenda remete para uma data posterior, no século XVI, a existência de um personagem Pedro Sem que vivia no seu Palácio da Torre. Possuindo muitas naus na Índia, Pedro Sem era um mercador rico mas não tinha títulos de nobreza, o que muito o afectava. Era também usurário, emprestando dinheiro a juros elevados, à custa da desgraça alheia, enquanto vivia rodeado de luxo. Estavam as suas naus a chegar, carregadas de especiarias e outros bens preciosos, quando a sua máxima ambição foi realizada através do seu casamento com uma jovem da nobreza, em troca do perdão das dívidas de seu pai. Decorria a festa de casamento, que durou quinze dias consecutivos, quando as naus de Pedro Sem se aproximaram da barra do Douro. O arrogante mercador acompanhado pelos seus convidados subiu à torre do seu palácio e, confiante do seu poder, desafiou Deus, dizendo que nem o Criador o poderia fazer pobre. Nesse momento, o céu que estava azul deu lugar a uma grande tempestade! Pedro Sem assistiu, impotente e encharcado pela chuva, ao naufrágio das suas naus. De seguida, a torre foi atingida por um raio que fez deflagrar um incêndio que destruiu todos os seus bens. Arruinado, Pedro Sem passou a pedir esmola nas ruas, lamentando-se a quem passava: "Dê uma esmolinha a Pedro Sem, que teve tudo e agora não tem...".