
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Porque Eva comeu a maçã

Uma verdade com fundamento científico, histórico e religioso:
No início, Eva não queria comer a maçã. - Come - disse a serpente - e serás como os anjos! - Não - respondeu Eva. - Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora. - Não! - Serás imortal. - Não! - Serás como Deus! - Não, e não! A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã.
Até que teve uma idéia.
Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse: - Come que emagrece...
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
O saber não ocupa lugar-a origem dos piercings

Body piercing vem sendo praticado por mais de 5000 anos e sempre foi usado como uma expressão pessoal, ritual espiritual, como uma distinção de realeza, e mais recentemente como moda. Tudo começou nas primeiras tribos e clãs das mais antigas raças humanas. Nas tribos da América do sul, África ,Indonésia, nas castas religiosas da Índia, pelos faraós do Egito e pelos soldados de Roma. Depois se espalhou pela classe média e aristocracia do século 18 e 19. Mas foi esquecido na Europa no século 20. Em 1970 cresceu novamente nas mãos do "gurus" da moda de Londres e artistas do "underground". E em 1990 finalmente atingiu a atenção de todo o planeta fechando o elos entre o primitivo e o moderno. Existe uma longa história sobre o body piercing em rituais de passagens e em significados diversos. Segue abaixo a lista de significados em diversos locais do corpo e do mundo: Lóbulo da orelha Este é de longe o piercing mais comum na história. Antigamente destinguia uma pessoa rica de uma pobre. Agora é a forma mais popular de mostrar jóias. Marinheiros colocavam piercing acreditando que estes te davam melhor visão. Romanos associavam o piercing na orelha a riqueza e a luxúria. Tribos Sul-Americanas e Africanas faziam piercings e alargavam o furo...quanto maior o furo, maior o status socialNariz O nostril(aba do nariz)se originou no oriente médio há 4000 anos, se espalhou para Índia no século 16 quando foi rapidamente adotado pelas castas nobres. Cada tipo de jóias distinguia a casta e a posição social. Esse piercing foi introduzido no oeste pela cultura hippie que viajou pela Índia nos anos 60 e 70. E também foi adotado rapidamente pelo "Punks" e outras culturas jovens dos anos 80 e 90 .Continua muito popular nesse novo milênioLínguaNos templos Astecas e Maias, os sacerdotes faziam piercings em suas línguas como parte de um ritual de comunicação com os deuses. Mil anos depois continua popular, mesmo que por diferentes razões.LábiosA boca e os lábios são partes sensuais do corpo e poderosos como afrodisíacos, então era natural que as castas mais altas dos Astecas e Maias adornassem seus lábios com labutes de puro ouro. Na África , as mulheres da tribo Makolo vestem pratos chamados "Pelele" nos seus lábios superiores para atrair homens de suas tribos. Tribos indígenas da América Central e do Sul, incluindo nossos índios brasileiros, fazem piercings nos lábios inferiores e alargam os furos para colocar pratos de madeira. Hoje em dia o piercing labial mais comum é colocado nos lábios inferiores. Se tornou popular também o piercing no lábio superior imitando uma pinta, no canto dos lábios, chamados de"Madonna".MamilosPiercing nos mamilos era considerado símbolo de força e virilidade. Nativos da América Central faziam piercings nos mamilos como marca de transição da masculinidade. Em 1890 foi uma "coqueluche" de mulheres Vitorianas que faziam piercings em seus mamilos com jóias vendidas por famosos joalheiros de Paris. Algumas faziam piercings nos dois mamilos e uniam os dois com uma corrente de prataUmbigoAs primeiras aparições do piercing no umbigo vem do Antigo Egito aonde apenas os faraós e as famílias reais eram permitidos a fazer esses piercings. A população normal estava proibida de fazê-lo. Hoje é o piercing mais realizado em todo mundo.Os faraós egípcios obtinham piercings no umbigo durante uma cerimônia.
1 ano atrás
Fonte(s):
http://www.anjossonhadores.hpg.ig.com.br/
1 ano atrás
Fonte(s):
http://www.anjossonhadores.hpg.ig.com.br/
Cantinho do islam-Como o Mal gera o Mal
Como o Mal gera o Mal
Um eremita caminhava por um lugar deserto quando chegou a uma gruta enorme cuja entrada não era facilmente visível. Decidiu descansar e entrou. Logo notou o brilhante reflexo da luz sobre um monte de ouro.
Assim que se deu conta do que tinha visto, o eremita começou a correr, fugindo o mais depressa que pôde.
Acontece que havia três ladrões que passavam muito tempo naquele ponto do deserto com a intenção de roubar os viajantes. Logo, o homem que era piedoso passou por eles. Os ladrões ficaram surpreendidos vendo o homem a correr sem que ninguém o perseguisse.
Saíram do seu esconderijo e detiveram-no, perguntando-lhe o que estava a acontecer.
- Estou fugindo do diabo, irmãos - disse. - Ele está me perseguindo.
Os bandidos não conseguiram ver ninguém perseguindo o devoto.
- Mostra-nos quem está atrás de ti - disseram.
- Eu o farei - falou o eremita, com medo deles.
Levou-os em direcção à gruta, rogando-lhes que não se aproximassem dela. A essa altura, naturalmente, os ladrões estavam muito curiosos com a advertência e insistiram em ver o motivo de tanto alarme.
- Aqui está a morte que me perseguia - disse o ermita.
Os malfeitores, é claro, ficaram encantados. Evidentemente consideraram o eremita meio louco e o deixaram-no ir, enquanto se felicitavam por sua boa sorte.
Em seguida começaram a discutir sobre o que deveriam fazer com a sua presa, pois tinham receio de deixar o tesouro novamente só. Decidiram por fim que um deles apanharia um pouco do ouro, iria à cidade, onde trocaria por comida e outras coisas necessárias, e depois procederiam à divisão.
Um dos ladrões apresentou-se voluntariamente para realizar a missão. Pensou consigo mesmo:
" Quando chegar à cidade poderei comer tudo o que quiser. Depois envenenarei o resto da comida. Assim os outros dois morrerão, e o tesouro será só meu ".
Na sua ausência, porém, os outros dois também tinham estado a pensar no mesmo.
Tinham decidido que, mal que o espertalhão regressasse, o matariam. Depois comeriam a sua comida e dividiriam o tesouro em duas partes, em vez de três.
No momento em que o ele chegou à gruta com as provisões, os outros dois caíram sobre ele e, a punhaladas, o mataram. A seguir comeram toda a comida, e morreram por causa do veneno que o seu companheiro havia posto nela.
Dessa forma, como o eremita predissera, o ouro realmente tinha significado a morte para os que tinham deixado se influenciar por ele, e o tesouro permaneceu onde estava, na gruta, por muito tempo.
----
Existem muitas versões sobre esta conto, mas achei esta a mais simplificada.
Fonte adaptada:http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/domes.htm
Extraído de'Histórias da Tradição Sufi'Edições Dervish 1993
Um eremita caminhava por um lugar deserto quando chegou a uma gruta enorme cuja entrada não era facilmente visível. Decidiu descansar e entrou. Logo notou o brilhante reflexo da luz sobre um monte de ouro.
Assim que se deu conta do que tinha visto, o eremita começou a correr, fugindo o mais depressa que pôde.
Acontece que havia três ladrões que passavam muito tempo naquele ponto do deserto com a intenção de roubar os viajantes. Logo, o homem que era piedoso passou por eles. Os ladrões ficaram surpreendidos vendo o homem a correr sem que ninguém o perseguisse.
Saíram do seu esconderijo e detiveram-no, perguntando-lhe o que estava a acontecer.
- Estou fugindo do diabo, irmãos - disse. - Ele está me perseguindo.
Os bandidos não conseguiram ver ninguém perseguindo o devoto.
- Mostra-nos quem está atrás de ti - disseram.
- Eu o farei - falou o eremita, com medo deles.
Levou-os em direcção à gruta, rogando-lhes que não se aproximassem dela. A essa altura, naturalmente, os ladrões estavam muito curiosos com a advertência e insistiram em ver o motivo de tanto alarme.
- Aqui está a morte que me perseguia - disse o ermita.
Os malfeitores, é claro, ficaram encantados. Evidentemente consideraram o eremita meio louco e o deixaram-no ir, enquanto se felicitavam por sua boa sorte.
Em seguida começaram a discutir sobre o que deveriam fazer com a sua presa, pois tinham receio de deixar o tesouro novamente só. Decidiram por fim que um deles apanharia um pouco do ouro, iria à cidade, onde trocaria por comida e outras coisas necessárias, e depois procederiam à divisão.
Um dos ladrões apresentou-se voluntariamente para realizar a missão. Pensou consigo mesmo:
" Quando chegar à cidade poderei comer tudo o que quiser. Depois envenenarei o resto da comida. Assim os outros dois morrerão, e o tesouro será só meu ".
Na sua ausência, porém, os outros dois também tinham estado a pensar no mesmo.
Tinham decidido que, mal que o espertalhão regressasse, o matariam. Depois comeriam a sua comida e dividiriam o tesouro em duas partes, em vez de três.
No momento em que o ele chegou à gruta com as provisões, os outros dois caíram sobre ele e, a punhaladas, o mataram. A seguir comeram toda a comida, e morreram por causa do veneno que o seu companheiro havia posto nela.
Dessa forma, como o eremita predissera, o ouro realmente tinha significado a morte para os que tinham deixado se influenciar por ele, e o tesouro permaneceu onde estava, na gruta, por muito tempo.
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Existem muitas versões sobre esta conto, mas achei esta a mais simplificada.
Fonte adaptada:http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/domes.htm
Extraído de'Histórias da Tradição Sufi'Edições Dervish 1993
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Mitos e lendas-O unicórnio

Unicórnio, ou licórnio, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.
Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.
Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:
"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caça-lo."
A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio, no Ocidente faz parte do grande número de monstros e animais fantásticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helenísticas.
É citado no livro grego Physiologus, do séc. V d.C, como uma correspondência do milagre da Encarnação. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarnação de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da mãe de Cristo: nessa operação teológica, o unicórnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.
Representações profanas do unicórnio encontram-se em tapeçarias do Norte da Europa e nos cassoni ( grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos dos séculos XV e XVI. O unicórnio também aparece em emblemas e em cenas alegóricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.
A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão d'armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.
Na Astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.
O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa da Babilónia, Voltaire incluí um unicórnio como montada do herói Amazan. Modernamente, na obra de J. K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo. No livro diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Noutro livro, "Memórias De Idhún", de Laura Gallego García, o unicórnio é uma das personagens principais da história, sendo parte de uma profecia que salva Idhún dos sheks. Em Memórias De Idhún, o unicórnio está no corpo de Victoria.
Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.
Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:
"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caça-lo."
A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio, no Ocidente faz parte do grande número de monstros e animais fantásticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helenísticas.
É citado no livro grego Physiologus, do séc. V d.C, como uma correspondência do milagre da Encarnação. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarnação de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da mãe de Cristo: nessa operação teológica, o unicórnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.
Representações profanas do unicórnio encontram-se em tapeçarias do Norte da Europa e nos cassoni ( grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos dos séculos XV e XVI. O unicórnio também aparece em emblemas e em cenas alegóricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.
A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão d'armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.
Na Astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.
O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa da Babilónia, Voltaire incluí um unicórnio como montada do herói Amazan. Modernamente, na obra de J. K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo. No livro diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Noutro livro, "Memórias De Idhún", de Laura Gallego García, o unicórnio é uma das personagens principais da história, sendo parte de uma profecia que salva Idhún dos sheks. Em Memórias De Idhún, o unicórnio está no corpo de Victoria.
Plínio, o naturalista romano, cuja descrição do unicórnio serve de base à maior parte das descrições feitas pelos modernos, pinta-o como "um ferocíssimo animal, semelhante no resto do corpo a um cavalo, com a cabeça de cervo, patas de elefante, cauda de javali, voz retumbante e o único chifre preto, de dois côvados de comprimento, (cerca de 1,20 m.) no meio da testa". Acrescenta que o unicórnio "não pode ser apanhado vivo" e, de certo modo, tal desculpa devia ser apresentada naqueles dias pelo fato do unicórnio não aparecer nas arenas dos anfiteatros.
O unicórnio constituía um problema para os caçadores, que não sabiam como se apoderar de tão valiosa presa. Alguns descreviam seu chifre como podendo mover-se à vontade do animal, uma espécie de espada, em resumo, a qual nenhum caçador que não fosse habilíssimo na esgrima teria possibilidade de enfrentar com sucesso. Outros afirmavam que toda a força do animal estava no chifre e que, quando perseguido de perto, ele se atirava do alto dos mais elevados rochedos, com o chifre para a frente, de maneira a cair sobre ele, e, depois, tranqüilamente, levantava-se, sem nada haver sofrido com a queda.
Finalmente, porém, acabou-se achando um meio de vencer o pobre unicórnio. Descobriu-se que ele era grande admirador da pureza e da inocência e que cedia terreno quando encontrava em seu caminho uma jovem virgem. Vendo-a, o unicórnio se aproximava cheio de reverência, ajoelhava-se diante dela, e, pondo a cabeça em seu regaço, adormecia. A traiçoeira virgem fazia, então, sinal aos caçadores, que se aproximavam e capturavam o simplório animal. Os modernos zoólogos, naturalmente descrentes de tais lendas, não levam a sério a existência do unicórnio. Existem, contudo, animais que têm na cabeça uma protuberância óssea mais ou menos semelhante a um chifre, que podem Ter dado origem à lenda. O chifre do rinoceronte, como é chamado, é uma dessas protuberâncias, embora de tamanho bem pequeno e não correspondendo de modo algum à descrição do chifre do unicórnio. O que há de mais semelhante a um chifre no meio da testa é a protuberância óssea que existe na cabeça da girafa, mas, também esta é muito curta e rombuda, e não constitui o único chifre do animal, e sim um terceiro chifre, em frente dos dois outros. Em resumo, embora possa ser excessivo negar-se a existência de outro quadrúpede de um só chifre, além do rinoceronte, pode-se afirmar com segurança que a existência de um chifre comprido e resistente na testa de um animal semelhante ao cavalo e ao veado constitui perfeita impossibilidade
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