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segunda-feira, 9 de julho de 2007
domingo, 8 de julho de 2007
Mitos e Lendas

A Criação de Camelot
Camelot era o reino do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda.
Ele foi criado depois que Arthur conseguiu expulsar os saxões de sua terra e com isso ganhou a aliança dos inimigos.
Antes Arthur morava no Castelo de Tintagel, onde era a base de seu reino. Em Camelot, Arthur construiu a sala da Távola Redonda e foi ai que começou a ser criada a ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda (que eram todos os homens feitos cavaleiros por Arthur).
O local era em cima de uma montanha, rodeado por um lago e muito fortificado visto que a altura facilitava a visão da guarda.
Foi ali que Athur conseguiu a felicidade e a calmaria.
Uma das suas possíveis localizações é uma elevação do castelo de South Cadbury, em Somerset, na Inglaterra, um local que data da idade do ferro. Desde 1967 que têm vindo a ser feitas escavações nesta zona, as quais têm revelado vestígios que datam do ano 3000 a.C. até 1100 d.C., incluindo os de uma grande povoação do século VI, a presumível época do rei Artur.
Curiosidades históricas

A ORIGEM DO CHOCOLATE
A BEBIDA DOS DEUSES
As origens da substância sólida, sensual e para alguns viciante, que conhecemos como chocolate, estão enraizadas na pré-história do Novo Mundo no reino misterioso dos Olmecas e dos Maias. Foram estas antigas civilizações mesoamericanas vivendo no coração da América Central Equatorial que foram responsáveis pelo cultivo da planta da qual o chocolate é derivado.
Três mil anos atrás o povo Olmeca, uma das primeiras civilizações mesoamericanas, ocupava uma área de florestas tropicais ao sul de Vera Cruz no Golfo do México, que segundo muitos historiadores, já cultivavam a planta e não os Astecas, como normalmente se acredita.
Por volta do século IV, vários séculos após o desaparecimento dos Olmecas, os Maias haviam se estabelecido em uma grande região no sul do atual México. O clima úmido era perfeito para o desenvolvimento da planta que os Maias denominaram “cacahuaquchtl” e pelo que eles conheciam, não havia outra planta que valesse a pena dar nome. Eles acreditavam que a árvore pertencia aos deuses e que os frutos que nasciam de seu tronco eram uma oferta dos deuses ao homem.
Os Maias foram os criadores de uma bebida fermentada amarga feita das sementes do cacau. Era uma bebida exuberante apreciada por reis e nobres, também usada para celebrar. Em seus livros os Maias descrevem diversas maneiras de fazer e saborear a bebida. Poderia ser qualquer coisa desde um mingau engrossado com milho moído, até uma mistura mais fina para beber.
Após a misteriosa queda do império Maia por volta de 900 d.C., os talentosos e supremamente civilizados Toltecas, seguidos posteriormente pelos Astecas do México, se estabeleceram em território que outrora havia sido dos Maias. Quetzalcoatl, o rei Tolteca era tido com deus do ar, cuja missão era trazer as sementes da planta do cacau do Éden para o homem.
Para os Astecas o chocolate era uma fonte de sabedoria espiritual e de energia extraordinária. Devido a estas propriedades era dado aos guerreiros para fortificá-los nas campanhas militares. O chocolate era prensado em tabletes e bolachas em tamanhos práticos para serem levados.
Segundo a história, o primeiro europeu a ter contato com o cacau foi Cristóvão Colombo em 1502, em sua quarta e última viagem ao Caribe, entretanto foi o explorador espanhol Hernán Cortês, em 1519, que percebeu o grande valor econômico da semente de cacau, levando-a para a Espanha e de lá disseminando para toda a Europa.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Curiosidades históricas

- Os chineses sempre utilizaram o gelo como forma de arrefecer os alimentos. Daí à invenção do gelado, misturando neve com polpa de fruta, foi um passo. As caves do Palácio Imperial chegaram a ter armazenados mais de mil blocos de gelo.
- Um antepassado do gelado seria conhecido no Antigo Egipto, onde os faraós ofereciam aos seus hóspedes sumo de fruta arrefecido com neve, introduzida numa taça de prata com paredes duplas.
- Quando, no séc. IV a.C., Alexandre Magno conquistou a Pérsia, foi por sua vez conquistado por um novo sabor: o gelado.
- O imperador romano Nero (37-68 d.C.) mandava vir neve das montanhas e combinava-a com frutos frescos.
- Consta que foi Marco Polo, viajante italiano do séc. XIII, que introduziu na Europa o gelado, uma das maravilhas gastronómicas que tinha conhecido na China. A realeza e a aristocracia logo adoptaram os gelados de fruta como um prato de luxo.
- A partir dos relatos de Marco Polo, alguns cozinheiros italianos experimentaram novas receitas feitas à base de gelo e leite. A Itália faria assim do gelado uma arte nacional.
- A cerimónia de casamento de Catarina de Médicis com Henrique II de França durou um mês. Em todos os dias de festa foram servidos gelados de diferentes sabores.
- Em 1550, um médico espanhol que vivia em Roma, de seu nome Blasius Villafranca, descobriu que era mais fácil congelar um alimento juntando nitrato de potássio, e mais tarde sal, à neve. Utilizando este método, os florentinos foram os primeiros a produzir gelados em larga escala.
- O arquitecto Bernardo Buontalenti, contratado para criar e organizar banquetes de luxo, terá introduzido sobremesas geladas feitas com zabaglione e frutos. Na verdade, Buontalenti é o autor das casas de gelo nos arredores de Florença, destinadas à venda de gelo e neve ao público, sendo responsável pelo consumo de gelo, mas não pela invenção do gelado.
- Nos séculos XVII e XVIII, os europeus começaram a experimentar vários sabores nos gelados, mesmo sem métodos de refrigeração muito desenvolvidos. Desde côdeas de pão a queijo ralado, de flores de laranjeira a espargos, tudo era gelado, moldado e servido com requinte.
- O gelado terá chegado a Portugal na época da dinastia filipina. Faziam sucesso as bebidas nevadas, embora fosse difícil e caro trazer neve da Serra da Estrela para a corte em Lisboa. Por volta de 1715, já D. João V reinava, havia inúmeros fabricantes de gelado na capital portuguesa.

- Nos EUA o gelado rapidamente alcançou o estatuto de alimento nacional. Para tal terá contribuído a preferência do primeiro presidente norte-americano, George Washington, que servia gelado nos jantares presidenciais de quinta-feira. Consta, mesmo, que Washington comprou uma máquina para fazer gelados de baunilha.
- Outro presidente norte-americano, Thomas Jefferson, que tinha redigido a Declaração da Independência em 1776, também apreciava esta sobremesa. Tendo provado gelados em França, onde foi secretário de Estado, aproveitava qualquer ocasião para servi-los aos seus convidados na sua mansão de Monticello, na Virgínia. “A neve dá ao creme uma consistência delicada, mas o gelo é o mais poderoso congelador e dura mais tempo”, terá ele comentado.
- O gelado de cone foi inventado na Exposição Mundial de Saint Louis, em 1904. A história já é lenda nos Estados Unidos: a namorada de um vendedor de gelados enrolou o seu gelado numa bolacha, para o impedir de pingar, à semelhança do ramo de flores que tinha recebido do dito vendedor.
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